ESTAVA COMO UMA BOMBA PRESTES A EXPLODIR

Problemas que não eram meus me afetavam causando ansiedade, distração, passividade...

Iniciei meu tratamento para TDAH no Instituto Paulista de Déficit de Atenção em 18/Abril/2007. Me lembro que no início me sentia como uma bomba prestes a explodir, um emaranhado de novelos, mas cheio de nós. Eu sentia angústia, tristeza constante e passividade. Muita distração e esquecimentos, que só me atrapalhavam.

Porém, só mesmo tempo, eu sentia alguns impulsos de motivação, tentativas de superação, sem saber direito qual o alvo a ser atingido e como, consequência: frustração e mais angústia, auto-crítica extrema, insegurança, medo, impaciência.

Então eu pensava: “Por que ainda, depois de tudo isso, existe algo aqui dentro que ainda insiste, persiste?” Com esse pensamento surgiam novos impulsos positivos e novas frustrações sucessivas por causa da energia dissipada.

Para completar o quadro, existia ainda muito sofrimento e culpa por não conseguir resolver problemas familiares que não eram meus, assim como o alcoolismo do meu pai, que estava quase me levando a loucura, associado aos meus problemas de falta de concentração, falta de memória e auto-boicote.

O diagnóstico foi essencial para mim. Nas primeiras sessões da psicoterapia fui tomando consciência de que os problemas que não eram meus estavam gerando grande parte dos meus problemas, como consequência. Mesmo assim, ainda era difícil me desprender deles e da culpa.

Em meados de maio/junho, meu pai superou o alcoolismo. Só então senti a culpa ir embora e abriu-se um espaçao para eu começar a pensar em mim. Aí as sessões de terapia começaram a me ajudar a desatar os nós do novelo e, pouco a pouco, entender e tratar uma a uma as fragilidades, pontos fracos, e também a reconhecer pontos fortes que eu nem sabia que eu tinha.

Uma coisa muito importante que eu aprendi com a terapia foi manter a calma e ter paciência, um passo de cada vez. Quando comecei com as consultas psicológicas, ainda fazia uso da Ritalina, com acompanhamento médico mas, a medida em que fui ganhando confiança e recuperando a autoestima e segurança, não achei mais necessário continuar com o remédio.

Percebi que, além do que eu imaginava, eu tinha calma para pensar em todos os detalhes de qualquer coisa que estivesse estruturando, sempre com os pés no chão, porém sem perder a emoção.

A memória ainda não está 100% (eu diria que deve estar uns 70%) porém aprendi a lidar com como minha cabeça funciona, o que ela sozinha prioriza e agora estou aprendendo o que fazer para forçar minha cabeça a priorizar o que eu quero sem ter tanta vontade própria (fazer a cabeça entender que é importante e se interessar, com isso recupero o foco e a memória).

Como a baixa estima se foi, quando a confiança e a segurança aumentaram, tenho mais consciência de minhas habilidades e fragilidades, e assim não preciso mais de uma auto-crítica tão absurdamente opressora e crítica agora a auto-crítica é saudável. A tristeza nostálgica deu lugar a coragem, ao sorriso e à simpatia.

Penso também que não existe o acaso, e que por isso ainda existia um impulso dentro de mim, mesmo nas piores crises, que dizia sempre: “continue…”, como se soubesse o que estava reservado para mim! Bastava só sair da ostra e a terapia foi fundamental para me mostrar que eu tinha domínio sobre a ostra, que eu poderia sair se quisesse… só dependia de mim.

E eu saí – não preciso mais da concha para me proteger; hoje sei fazer isso sozinha. Não tenho palavras para dizer obrigada às consultas. Como isso tudo transformou a minha vida, de pedra para luz!

Obrigada! Me sinto viva de novo!

*** A.P.S.A., Adulta, fez avaliação psicodiagnóstica e tratamento com Psicoterapia Comportamental-Cognitiva no IPDA. Durante o tratamento com duração total em torno de 1 ano (38 sessões), fez uso de medicação psicoestimulante por cerca de 4 meses. Depoimento ao final do tratamento.

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Cacilda Amorim

Cacilda Amorim - Psicoterapeuta e Coach Comportamental

Diretora do IPDA - Instituto Paulista de Déficit de Atenção

CRP 06/61710