Instituto Paulista de
Déficit de Atenção
Tudo começa quando você tem seu diagnóstico de TDAH com depressão e a doutora te diz o que precisa fazer para melhorar, qual tratamento será melhor. Duas coisas, muita diferença.

A primeira coisa é: quando você sabe que está depressivo, que sofre de déficit de atenção com depressão, mais um tanto de ansiedade, daí começa a se aceitar melhor.


A gente já não se martela tanto, não se martiriza tanto. Sabe que o caso não é ser burro, distraído ou preguiçaoso. Pelo menos tem cara, tem nome. Se é um bicho de 7 cabeças, pelo menos sabemos o nome dele e das cabeças.



A segunda coisa é fazer o que precisa ser feito. Comecei a tomar remédio e fazer terapia, entrei na academia, estou fazendo musculação e alongamento, tentando usar o tempo de forma positiva. É mais fácil falar que fazer, mas ainda assim estou fazendo. É isto. Agora é comigo.

*** F.B.C, 32 anos, administrador, fez Avaliação Psicodiagnóstica no IPDA. Os resultados indicaram quadro misto de TDAH, ansiedade e traçaos depressivos. O jovem iniciou tratamento com Terapia Comportamental-Cognitiva, associado a tratamento medicamentoso. Depoimento baseado em transcrição da sessão de avaliação parcial do tratamento (sessão 8)


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Distração, esquecimentos, agitação, desorganização, baixo desempenho... não precisam ser para sempre.

É possível superar. Há muitas maneiras de melhorar sua qualidade de vida. Encontre a ajuda que você necessita.